quinta-feira, fevereiro 25, 2010

Solidão, emoção e mais uma porção.

Uma porção de coisas novas nunca terão custo zero. Como diria a Sra Leitão, não há almoço grátis. E com relação a emoção, não tem caixa dois. Ela é cobrada na fonte. É segurar o rojão e tocar o barco. A opção de sucumbir e dar uma parada no boteco com uma porção de torresmo e cervejinha estão fora da equação.

O megabanha sempre foi sensível, com sua canastrice sempre evitava mostrar isso, chorava pelos cantinhos, nutria amores platonicos e suas descargas de energia passavam por prato cheio e auto estimulação erótica com pensamentos em musas alhures.

A compulsividade sempre foi megaestimulada na cabeça do Jotalhão. Depois de adquirir um estomaguinho a compulsividade tem q ser difratada necessariamente. O Pico central continua sendo alimentação, mas aos poucos a energia se divide por outras prioridades. É um processo. Todo processo é acompanhado de dor e recompensa, proporcionais. É o imposto na fonte dito ai em cima.

A solução? Usando canones da engenharia egípcia de tentativa e erro está no campo, melhor está lá fora como diria algum personagem de Arquivo X. É cair dentro e tocar o barco. Voltando a solução não tenho a menor idéia de qual seja, mas sei q passa pela aceitação da condição de eterna solidão.

Passamos mais tempo sozinhos q na companhia de qquer outra pessoa. A modernidade tardia e os brinquedos modernos q passam pela academia de ginástica e o notebook fazem apenas cócegas nessa sensação. Vc sempre estará mais sozinho, mesmo com dois perfis no orkut, um no facebook e 500 seguidores no twitter. Há q ter consciencia q tudo é simulacro, pedalar numa aula de spinning não é andar de bicicleta nas paineiras. Spinning e corrida na esteira não são esporte. Podem até te preparar pra isso, mas não são esporte.


O mundo cada vez mais faz a grana girar com estas armadilhas de simulação, eu acredito q esta tal solução passa por encarar o q é simulacro, empulhação e veneno. Nos vendem uma ascenção social temporária no almoço do OutBack, na marca de cerveja artesanal, na cueca armani de 150 reais. Tudo isso é maquina de fazer frustração. Ainda mais se vc anda com cuecas Zukely de 12 pilas. As Duomo de 20 eu guardo para o dia de banho com Phebo. Sou tosco mas tbém tenho minhas preferencias de marca.

segunda-feira, fevereiro 22, 2010

Carnaval de Rua e Invisibilidade

Estas são fotos de populares do carnaval de São João Nepomuceno, MG. Segunda-feira dia do bloco do barril.

O carnaval de 2010 teve como tema o filho dileto da cidade, o Edmundo dos anos 50: Heleno de Freitas.












O calor senegalesco e "ensurdecedor" fez com q qquer monumento publico com água tivesse cara de oásis, sem os irmãos ingleses por favor, mas com muito Rebolation ad nauseum.









As ruas lotadas com gente das cidades vizinhas, trazem grana e quebra de monotonia na cidade mineira.









Carnaval é catarse, é mistura e também algumas vezes um saco. Com seus decibéis de axé e funk em caixas de som com motor é legal ver a bagunça nas ruas. Dureza é a trilha sonora.










O gde tempero do carnaval é o sorriso, qdo ele aparece o calor alivia, o clima destende e a felicidade ancora. O Rebolation e o funk se justificam aí.























O carnaval de rua, transforma toda sacada em camarote.











Nas ruas o pessoal se diverte com o q vier. Água smpre é brinquedo e os olhares são guiados por cores deste mosaico de emoções e diversidade de coletivos e individualidades.











A mim foi importante o sentimento de invisibilidade, poder pegar minha camera e treinar o meu olhar sobre rostos e personagens. Até nisso o excesso de peso atrapalhava, uma coisa era a óbvia falta de disposição e a outra seria algo como um besouro na parede, no lugar da mosca dos irmãos Mayslees. Até 2011.

quarta-feira, fevereiro 17, 2010

Carnaval 2010 - Balanço Geral

Esse ano viajei para Roça Grande, distrito de São João Nepomuceno, zona da mata mineira.

Fui pra lá com meu Pai.

Essas viagens são testes. Existem muitas armadilhas para a almentação. Primeiro vc sai da rotina, vai prum lugar cheio de parentes que mostram sua hospitalidade com comida. Tudo parece mais barato e apetitoso, com a desculpa de descansar vc pode encroar uma preguiça.



Confesso q quebrar a rotina apesar de preocupante, é necessidade. Já andava de saco cheio com o esqueminha caseiro de academia e caminhadas em trilhas urbanas.
Minha maior bronca de andar em meio de mato é a chance de descolar uns carrapatos pelo caminho. Arrumei um repelente e procurei me informar sobre o bicho. Ele geralmente fica no caminho de cavalos e bois, alguns caem e sobem no mato para subir na proxima canela q esbarrar por ali. Que não fosse a minha. Com isso em mente encarei caminhadas quentes em estradas de terra, bem quentes, começando por volta de 9h. Comecei pela trilha até uma cachoeira local.






Todo lugar que tem cachoeira é nomeada com pouca imaginação, quase sempre é veu da noiva ou névoa ou algo parecido. Essa se chama da Fumaça. Na verdade, meus primos q me perdoem, mas isso é uma corredeira, um ressalto, não é uma cachoeira. Senão dá pra ficar embaixo, não é cachoeira.






De Roça Grande a Cachoeira da Fumaça tem uns 15Km, com pouca inclinação. O q pega é o sol e a poeira. O caminho é recheado de coisas boas de ver e escutar. As furadas além do cagaço com carrapatos, é um ou outro vira latas. Voltei certo de comprar um bastão de caminhada, na falta dele um cajado funciona. Muita água. Deu pouco mais de 1,5 horas de marcha forte com alguns trotes.
Um erro q cometi, foi usar meias finas, comprei um par extra na vendinha de Araci e dobrei a quantidade, mas o mal tava feito, deu bolha nos mindinhos. E eu com meias de trekking na mala. Burro, tem q usar o material, ainda mais se ele ja estiver pago e a mão. Por volta de 5Km na volta, descolei uma carona e voltei de consciencia tranquila.

A tarde dei um rolé de carro com meu Pai, na volta peguei a estrada de asfalto q pretendia fazer no dia seguinte. O Aécio gastou uma grana asfaltando e recapeando as estradas estaduais, é patético passar nas cidades do interior e ver estações de trem transformadas em rodoviárias, depósitos ou simplesmente abandonadas. O modelo não foi inventado agora, mas agora recapear as estradas é necessário. Acho q dentro de uma estratégia maior errada, essa é uma opção certa.

A estrada q liga Roça Gde a Taruaçú tem quase 8Km de pirambeira, proximo a inclinação da segunda estrada velha do Alto da Boavista. O Carrinho mil, chorou entre a segunda e a primeira as vezes pedindo a outra primeira. A cidade de Tarú faz juiz de Fora parecer Nova Iorque. Não valeria a pena ir lá novamente no dia seguinte, não pelo asfalto.

Fui pros fundos da cidade e resolvi encarar o morrão, lá de cima veria a cidadezinha por diferentes POVs. Boas fotos e olhe lá. Com 15 minutos as coisas ja estavam quentes, a pirambeira inclemente. Com 20 pintou um vira-latas bastardo de galgo com fila, bem pouco amistoso. sem cajado, dei meia volta. Os latidos aumentavam, estava na dignidade, nada de correr. achei um porrete e olhei pra trás. O cachorro e um local de uns 12 anos passaram por mim. Voltei a subir.




Essa caminhada eu fiz com tenis comum, meia grossa, mas o mal já estava feito. Na volta as bolhas estariam piores e eu passaria o resto do carnaval entre havaianas e crocs nos pés.
Voltando a trilha, bucólica tempos longos em quase duas horas de subida constante cruzei com várias porteiras, maritacas, mochos e até tucanos. Afinal é terra de Aécio. Ah sim, estava indo para Tarú, pela outra estrada. Bem mais longa e de terra. Após uns 40 minutos já não via mais Roça Gde. Silencio cortado por vento e barulho de bicho. O tempo muda nestes lugares, o simples faz um sentido maior. É uma boa terapia. Domingo com missão cumprida









Na segunda voltei pela manhà a cachoeira da fumaça com meu Pai. Fui de carro. A tarde fomos para SJ Nepomuceno. No próximo post fotos urbanas e comentários.





Em resumo, quebrar rotina não quer dizer q se tem de quebrar os princípios. Dá pra se manter em fuga sempre. A gente para se quiser. E parar é um erro. Engorda e tira o folego.

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Armadilhas Orais

Margarinas, biscoitos, salgadinhos, sorvetes: esses alimentos são ricos em gordura hidrogenada, portanto, aumentam o colesterol ruim e diminuem o bom colesterol (que protege as artérias). Pele de aves, bacon, toucinho, gordura aparente das carnes: esses queridinhos do paladar masculino são ricos em gordura animal. Por isso, aumentam o colesterol e podem prejudicar a saúde cardiovascular. Café ou chá preto em excesso: pensa que só porque está colocando adoçante tudo está salvo? Essas bebidas contêm cafeína, que podem, em altas doses, favorecer o aumento da pressão arterial e dificultar o sono, além de provocar dor de cabeça em indivíduos sensíveis. Temperos prontos: esse ingrediente contém glutamato monossódico e conservantes que, se consumidos habitualmente, podem sobrecarregar a função hepática. Açúcar simples e doces: eles aumentam a glicemia e podem, no futuro, alterar a ação da insulina e serem uma das causas de síndrome metabólica (conjunto de doenças que aumentam as chances de doenças cardiovasculares). Alimentos industrializados e conservas: esses alimentos ou petiscos podem aumentar a pressão arterial, além de outros males à saúde, dependendo da opção, pois são muito gordurosos. Embutidos: os embutidos (salsicha, linguiça, salame), além de serem muito salgados e gordurosos, contêm nitrato na sua composição e essa substância pode causar enxaqueca. Bebidas alcoólicas: ninguém está te proibindo de tomar um copinho ou outro de vez em quando. Mas o hábito sobrecarrega o fígado e pode prejudicar, inclusive, a função cerebral. Frituras: principalmente as que comemos na rua, como pastel, você deve deixar de lado. O óleo é reaquecido diversas vezes, podendo causar a oxidação da gordura, o que é prejudicial para a circulação sanguínea. Isso não significa que em casa está liberado. Evite! Refrigerantes: essas bebidas, mesmo as que não têm açúcar, não são uma boa opção. Eles possuem muitos conservantes, corantes, estabilizantes (e alguns, também, adoçantes). Essas substâncias sobrecarregam o fígado para que sejam eliminadas. Além disso, alguns possuem cafeína também.

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Dicas para uma dieta bacana

Comer bem não significa viver à base de produtos light e diet. Uma alimentação saudável contém mais produtos naturais e menos industrializados. Deve ter mais variedade e menos quantidade.

- Ficar muito tempo em jejum trava o metabolismo. Sem energia, o organismo passa a poupá-la. Alimentar-se a cada três ou quatro horas (cinco a seis refeições ao dia) é essencial para ter disposição e saúde e também para emagrecer.

- Começar o dia tomando café e se alimentando com carboidratos (como pães e frutas) é uma opção inteligente porque esse nutriente é fonte de glicose e energia. O cérebro só se abastece de glicose.

- Ao meio-dia, é estratégico comer proteína (carnes). Devido às suas propriedades nutricionais, o alimento evita a sensação de sonolência após o almoço. À noite, ao contrário do que pregam muitas dietas radicais, os carboidratos são opção porque estimulam os hormônios do sono e do bem-estar.

- Preparar-se para fazer lanches entre as refeições é simples. Não é motivo de vergonha levar um sanduíche com pão integral ao trabalho. "Na hora da fome ninguém pensa e, sem nenhum alimento saudável à vista, é mais fácil se render às guloseimas", diz Tatiana.

- A proteína do soro do leite (whey protein) pode ser introduzida sem medo na alimentação. É um produto industrializado, mas de alto valor biológico (150%) e de fácil digestão.

- Para conquistar uma vida saudável, combine alimentação equilibrada com a prática de exercícios físicos.


As dicas são da nutricionista Tatiana Ferraz, de São Paulo para o blog Missão de Peso

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