Tenho pensado muito em dificuldades e problemas que devem ser transpostos, como parte do aprendizado de uma nova maneira de viver, uma vez que o modelo anterior se mostrou falido. Porém existem problemas e dificuldades que não precisam ser vivenciadas, os exemplos principais são aqueles que impomos a terceiros.
Normalmente, magoamos primeiros vizinhos, as pessoas mais próximas a caras a nós mesmos, temos sempre garantias e certezas para esta aporrinhação toda. Enchemos o saco de quem gosta da gente, de quem se interessa por nós. Adoro o meu Pai e no entanto, sou muitas vezes irascível com ele. Normalmente por motivos torpes e de pouca relevância real. Como acabar com isso, é uma pergunta eterna, e sem resposta, até então.
Se magoamos a quem nos importa, esta mágoa retorna.
Estando numa fase em que é impossível retornar a velhos hábitos, a neurose é maior ainda. Aumenta ainda mais a frustração e a vontade de se isolar. Afinal, a vontade de emagrecer está em alta, o medo de passar mal tbém, mesmo chateado e com vontade de comer, todo o resto não responde a este estímulo e eu chapei. Voltei pra casa e dormi.
Agora 2 e tal da manhã o sono evaporou, e o que sobra é adiantar alguma coisa real: leituras e transcriçòes de videos. Mas a vontade é de pedir desculpas, mesmo que por conta de erros de origem fora de foco. Nào há limite para alguns erros que cometemos, mesmo sabendo q a estrada é sem saída a gente entra nela acelerando. Não sei como mudar isso, mas preciso mudar.
Preciso urgentemente parar de errar com quem acerta comigo.
